30 dez

Você usa software pirata? Cuidado!

Não é surpresa que, diante dos altos custos de ferramentas corporativas, muitas empresas caem em tentação por ofertas mais “acessíveis” de softwares originais. Mas apesar da redução de gastos ser um fator motivador — especialmente em época de crise — jamais deve ser o único levado em conta. Afinal, quem não conhece a clássica história do barato que pode sair caro?

No Brasil, a ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software) é a organização responsável por combater as fraudes no mercado. As auditorias acontecem, normalmente, quando a desenvolvedora do software solicita à ABES uma relação de suas licenças no país, tornando passíveis de investigação as empresas que não encaminham a documentação necessária. Vale lembrar que cada usuário da empresa precisa possuir a licença dos softwares que utiliza, senão é encrenca das grossas.

Dependendo do número de licenças irregulares, somente uma ação indenizatória basta para levar empresas à falência. Mas o impacto não só é sentido no bolso, não. Danos irreversíveis à imagem da corporação também estão entre as consequências em utilizar softwares piratas, causando desconfiança entre os clientes em relação aos seus produtos e serviços ofertados.

Muitos programas pirateados utilizam os chamados “crackers” para quebrar um sistema de segurança qualquer, como uma verificação de autenticidade. No entanto, não há como garantir que também não serão inseridos códigos maliciosos no programa modificado do original. Agindo de forma silenciosa, os vírus não só reduzem a performance do sistema, como também podem corromper arquivos, enviar informações confidenciais para estranhos e por aí vai. Já pensou se entre essas informações estão senhas de cartões de crédito e contas bancárias?

O que muitas empresas ainda não sabem é que é possível licenciar máquinas corretamente e com baixo custo. Empresas que antes só vendiam licenças de softwares lançaram um novo modelo de negócio para contornar a pirataria e que já representa uma vantagem competitiva no mercado. A grande sacada do Software as a Service (SaaS) é ser oferecido por Cloud Computing, eliminando a necessidade de pagar por licenças para baixar e instalar aplicativos nos próprios computadores ou centro de processamento de dados da empresa.

Quando comparado aos softwares tradicionais, o SaaS sai na frente. O serviço é disponibilizado em qualquer computador ou dispositivo móvel com acesso à Internet e funciona como um aluguel: contrata-se serviços de acordo com a demanda de cada empresa e o pagamento  é estritamente proporcional ao uso. No mais, como o SaaS é baseado em subscrição e não em aquisição, é possível descontinuar o seu uso a qualquer momento se não houver satisfação por parte dos usuários. Além disso, as soluções SaaS sofrem atualizações e melhorias constantemente e, normalmente, de forma automática, além de suporte especializado 24×7 para resolver qualquer inconstância.

Você viu aqui que não vale a pena cair na tentação de utilizar softwares em desconformidade com as leis e regras de patente e propriedade intelectual, já que as consequências são inúmeras. Mais vale apostar em soluções inovadoras, como o SaaS, para assegurar a segurança, reputação e continuidade dos negócios da empresa. Pirataria de softwares é crime, sim. E como diz o velho ditado: o crime não compensa.

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19 dez

Atenção, empresas! É o fim do boleto sem registro.

Visando dar maior segurança contra fraudes, tornar mais seguro e ágil o sistema nacional de liquidação de títulos, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) juntamente com a rede bancária, iniciaram em 2015 a implementação do projeto de uma nova plataforma de pagamentos para boletos de cobrança registrada, e anunciou que em 01/01/2017 a cobrança simples será descontinuada.

A migração para a nova plataforma está ocorrendo gradativamente, obedecendo o seguinte cronograma:

Junho de 2015 – Fim da oferta da cobrança sem registros para novos clientes

Agosto de 2015 – Início da operação da base centralizadora de benefícios

Dezembro de 2016 – Término da migração das carteiras de cobrança sem registro para a modalidade registrada

Janeiro de 2017 – Início da operação da base centralizadora de títulos

Para que um boleto seja registrado, deverá constar, obrigatoriamente, no documento de cobrança e no registro bancário pela internet, o CPF ou CNPJ do pagador (sacado).

Os boletos sem registro emitidos após 2017 só poderão ser pagos no banco emissor, mesmo antes da data de vencimento.

É muito importante que as empresas busquem adequar a sua forma de emissão de boletos à esta nova realidade e assim evitar prejuízos e transtornos aos seus clientes.

Em caso de dúvidas, consulte este guia: Fim do boleto sem registro – Perguntas e Respostas

 

Fábio Cunha

Datamex

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13 dez

Descubra o porquê de não hospedar seu servidor fora do Brasil.

Você já viu aqui em nosso blog o que são máquinas virtuais e o porquê de representarem uma “estratégia” que envolve maior desempenho e economia para empresas de diversos setores de atuação.

Impulsionada pela enorme demanda, a oferta de nuvem cresce a cada dia mais. Uma vez entendidos todos os benefícios e tomada a decisão de migrar para a nuvem, as empresas podem contratar servidores nacionais ou estrangeiros para executar o projeto de migração e gerenciar o ambiente. Existem motivos de sobra para a sua escolher um servidor nacional.

Imagine a Internet como uma teia de aranha que interliga todos os servidores, possibilitando que todos se comuniquem. Quanto mais longe um servidor estiver do outro, maior o tempo de resposta, certo? Servidores hospedados no Brasil estão, logicamente, mais próximos das empresas brasileiras, o que significa menor latência — ou seja, o tempo de resposta é muito menor. Já servidores hospedados nos EUA, por exemplo, apresentam alta latência e podem comprometer o desempenho de uma aplicação.

Pense, ainda, como seria o atendimento de uma empresa estrangeira considerando a diferença de idioma e fuso horário. Confuso, certo? Antes de fazer a contratação de um servidor estrangeiro, as empresas deveriam pensar que imprevistos acontecem e que, a qualquer momento, irão precisar de um suporte técnico descomplicado.

Ainda, um provedor estrangeiro costuma padronizar a cobrança em dólar, euro ou outras moedas que não o real. Devido às frequentes oscilações do câmbio, o ambiente de nuvem poderá vir a custar duas ou três vezes o valor inicialmente projetado, comprometendo o orçamento destinado à área.

Além de todas as facilidades, sua empresa precisa contar com um suporte técnico especializado, com garantia de resolução dos seus problemas da forma mais rápida e eficaz possível. A DevOpers busca proporcionar a você a melhor experiência com servidores de última geração, além de profissionais especializados e atendimento diferenciado!

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06 dez

Falta de segurança pode ser fatal!

É sabido que a virtualização vem transformando o mercado de TI, à medida que facilita rotinas e agiliza processos. Mas apesar da crescente popularidade, o armazenamento de dados virtuais ainda desperta dúvidas e preocupações. Será possível armazenar dados de forma segura e assegurar que ataques cibernéticos ou falhas de equipamentos não irão prejudicar o andamento das operações? O receio é grande, já que abalos nesse setor podem colocar os negócios em perigo.

Se de um lado a prática não para de evoluir, de outro a ação de usuários mal intencionados também aumenta. Os hackers estão cada vez mais habilidosos e ágeis em burlar os sistemas e roubar ou danificar informações. E isso não gera apenas prejuízos morais (como a perda de dados importantes de clientes), mas também ocasiona prejuízos com alto custo financeiro.

Falhas de software podem, literalmente, parar o funcionamento de uma empresa e não apenas o seu setor de TI. Para evitar o pior, deve ser dada uma atenção especial ao backup de dados e, se possível, atualizá-lo. Também é válido manter um armazenamento temporário dos últimos dados deletados.

As empresas fornecedoras de Cloud Computing devem e são responsáveis pela segurança, integridade e confidencialidade dos dados de seus clientes. Elas devem oferecer uma infraestrutura certificada que garanta a privacidade de informações com regras rígidas de segurança através do suporte de uma equipe especializada. A criptografia é uma eficiente maneira de proporcionar a segurança necessária às informações, garantindo que elas não serão interpretadas — mesmo no caso de serem interceptadas.

As ameaças existem de fato e podem acontecer a qualquer momento, mas com o apoio de uma empresa de suporte especializada em soluções na nuvem eficientes você pode ficar tranquilo que nada implicará na continuidade dos processos e em prejuízos para o seu negócio. Saiba que, na nuvem, o cuidado com as informações, a simplicidade e eficiência no controle e gerenciamento de arquivos, e a garantia do perfeito funcionamento do sistema são garantidas.

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24 nov

O que são máquinas virtuais?

O conceito de máquina virtual não é novo. Mas, apesar de existir desde os anos 90, o boom da virtualização se deu somente agora. O motivo? Em uma mercado cada vez mais permeado por incertezas econômicas, diversas empresas passaram a vislumbrar uma economia de custos bastante significativa através da adoção da tecnologia — além de benefícios em disponibilidade, mobilidade e, principalmente, de rápida recuperação de problemas.

Mas antes de discorrermos sobre suas vantagens, você sabe o que são máquinas virtuais (VM’S)? Basicamente, uma máquina virtual funciona como um computador dentro do computador — que existe logicamente, não fisicamente. Uma máquina virtual pode executar qualquer tipo de software, como um servidor, cliente ou desktop.

Na prática, as máquinas virtuais oferecem inúmeras vantagens em comparação às máquinas físicas. Elas, por exemplo, são incrivelmente compactas e fáceis de gerenciar: podem ser deslocadas, copiadas e transferidas entre computadores para otimizar a utilização de recursos de hardware.  

O isolamento é uma das grandes vantagens da virtualização. Ele faz com que várias máquinas virtuais rodem sem que o funcionamento de uma afete o desempenho das outras. Em resumo, aplicações e serviços que são executados dentro de uma máquina virtual não irão interferir no sistema operacional original e nem no desempenho de outras máquinas virtuais, caso eventuais falhas aconteçam.

Um parque de servidores virtuais ainda traz por padrão a proteção contra a falha física de servidores. As máquinas virtuais são protegidas por um recurso chamado High Avaliability (HA) onde, caso haja falha do servidor que está executando uma máquina virtual, a mesma é automaticamente ligada em um outro servidor e em poucos minutos o sistema se recupera automaticamente.

Além disso, cada máquina virtual pode ter capacidades diferentes de acordo com cada necessidade. Uma pode ter mais memória, outra mais processador, outra mais espaço em disco e cada qual divide uma fração do servidor original.

Máquinas virtuais também podem ser resetadas facilmente. Você pode instalar o sistema operacional e, em seguida, criar uma “snapshot” do estado atual da máquina virtual. Um “snapshot” é baseado em arquivos de estado, dados de disco e configuração de uma máquina virtual, em um ponto específico no tempo. Quando ela for modificada, existe a possibilidade de voltar para o estado anterior. O processo é rápido e simples e garante a integridade do sistema virtual.

Apesar da recente e forte popularização em ambientes corporativos, a virtualização ainda é um assunto que desperta muitas dúvidas. Como armazenar dados importantes de forma segura? É possível acessá-los de qualquer lugar e de forma rápida? O receio surge da necessidade de um rigoroso cuidado com suas informações. Saiba que com a virtualização você tem maior simplicidade e eficiência no controle e gerenciamento de arquivos, além da garantia do perfeito funcionamento do sistema.  

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23 nov

A realidade agora é virtual

O que era, a alguns anos atrás, uma tecnologia cara e pouco utilizada, hoje é uma tendência de mercado a nível global. A Computação na Nuvem, assim como a virtualização completa da infraestrutura de TI, representa uma estratégia que envolve maior desempenho e economia para as empresas, independente do seu porte e setor de atuação.   

Virtualizar nada mais é do que dividir os recursos de um servidor físico em vários servidores virtuais, também chamados de máquinas virtuais, de modo que diversos sistemas operacionais possam ser executados no mesmo hardware físico e isolados entre si. Ao contrário do que é especulado, a virtualização não é um processo caro quando comparado aos seus benefícios.  

Para se ter uma ideia, hoje mais de 70% do orçamento de TI é gasto simplesmente para manter o ambiente funcional, enquanto menos de 30% do orçamento é investido em inovação, diferenciais e vantagens competitivas. Isto quer dizer que quase todo o investimento em TI é simplesmente gasto para se “apagar fogo”, resolver problemas emergenciais e muito pouco é investido na solução do problema.

Motivadas pela possibilidade de redução de custos com equipamentos, manutenção  e, até mesmo, energia elétrica, as empresas encontram na virtualização a solução de seus problemas. De cara, elas ainda experimentam um aumento em sua produtividade e mobilidade em diversas situações.

Cada vez mais as pessoas acessam informações por meio de dispositivos móveis e tal comportamento não é restrito as horas de lazer, não.  A correria do dia a dia e a necessidade de mobilidade é um convite às empresas para investirem em tecnologias que ofereçam liberdade aos usuários, sem perder a segurança. Com a virtualização, os funcionários das empresas podem acessar remotamente informações salvas no servidor e ainda têm facilidade de uso e acesso para executar qualquer atividade.   

Por falar em segurança, a virtualização também é uma alternativa eficaz no que diz respeito à instabilidades. Como as máquinas virtuais funcionam isoladas e independentes umas das outras, eventuais problemas que possam surgir, não afetam as demais máquinas e o sistema não tem seu funcionamento prejudicado. Como toda a conexão é criptografada e utiliza protocolos padrões de mercado, os dados tem toda proteção necessária.

Além de todas essas vantagens citadas, há um ponto significativo que precisa ser considerado quando se fala em virtualizar: sustentabilidade. Com o uso mais racional de equipamentos físicos e a consequente diminuição de lixo eletrônico, a virtualização torna-se uma grande arma contra a emissão de carbono na atmosfera. Parece incrível demais acreditar que a tecnologia não só contribui com o bolso e produtividade das empresas, como também com o meio ambiente, não é mesmo?

O que vem sendo observado é que as empresas que ainda ainda não adotaram a tecnologia tendem a aderir em um ritmo cada vez mais acelerado e aquelas que já virtualizam parte de suas aplicações caminham para ampliar sua utilização e atender melhor às necessidades do mercado.

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08 set

Incremente seu faturamento. Saiba como!

Sabemos que o momento é de crise. Nem mesmo a garantia de um salário fixo é suficiente para cumprir com todos os compromissos financeiros e, por vezes, é preciso buscar uma alternativa para complementar a renda mensal. Para isso, você pode contar a DevOpers. Por meio do Programa de Parceiros, você pode crescer com flexibilidade e garantir renda extra através da revenda de nossas soluções em Cloud Computing.

A Cloud Computing, ou Computação na Nuvem, nunca esteve tão em alta e ganhou destaque quando o assunto é a capacidade de agilizar processos e reduzir custos. Muitas empresas estão deixando de lado modelos de armazenamento offline com DataCenters para aderirem à nuvem como solução na busca de maior praticidade, escalabilidade e segurança.

Com a revenda de Cloud Servers (servidores em nuvem), backups, e-mail corporativo e planos de hospedagem da DevOpers você já sai na frente ao oferecer a melhor oportunidade em T.I. para seus futuros clientes e ainda garante apoio comercial, suporte técnico 24×7 e a sua lucratividade.
O momento é agora. Conecte-se ao HUB, a rede de negócios da DevOpers, e aumente sua margem de lucro!
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29 ago

Humanização da T.I. voltada para o usuário

A solicitação que chegou ao suporte foi resolvida com a melhor solução, mesmo assim o usuário não ficou satisfeito. Eis que, então, surge a dúvida: será que os profissionais de suporte estão preparados para atender clientes (internos ou externos)? Talvez seja caso de dar uma atenção especial para a comunicação da equipe de suporte.

Entender a necessidade do cliente é o fator primordial do atendimento. O usuário não deseja apenas que o seu problema seja resolvido. Ele quer uma experiência que o satisfaça, com rapidez, cordialidade e transparência. Ainda que a solução não seja imediata, a probabilidade de satisfação do usuário aumenta se ele for ouvido e se sentir importante — por mais simples que seja a sua solicitação.

A equipe de suporte precisa ter a sensibilidade de unir a melhor solução e o melhor atendimento. Mesmo quando os problemas não possuem solução imediata, é necessário que o cliente saiba que a melhor alternativa está sendo buscada. A confiança entre o cliente e a equipe de suporte é estabelecida quando fica clara a preocupação com a resolução dos problemas de forma efetiva.

Também é preciso considerar toda a complexidade que os clientes poderão demandar e os diferentes canais de comunicação de sua preferência. Usuários finais, especialmente as novas gerações, esperam interagir com o suporte através de meios de comunicação instantâneos, como o WhatsApp. Além disso, quanto mais pessoal a forma de comunicação, mais agradável será a experiência do cliente.

Um atendimento humanizado deve tornar a experiência com tecnologia um processo natural e tranquilo para todos os tipos de usuários. O suporte deve saber explicar com clareza sobre o problema e as soluções utilizadas.

Humanizar é, ainda, entender que serviços de T.I. nada mais são do que pessoas trabalhando para pessoas, o que aumenta exponencialmente os índices de satisfação por parte dos usuários. Uma das premissas da DevOpers é jamais fazer os clientes esperarem no telefone com uma gravação automática, mas sim garantir um atendimento pessoal, diretamente com um profissional capacitado, que estará disponível a qualquer hora para solucionar qualquer problema.

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11 ago

Computação na Nuvem x Sustentabilidade

A utilização da Tecnologia da Informação permite aos profissionais automatizarem desde as mais simples até as mais complexas tarefas de uma empresa. Novas tecnologias surgem, cada vez mais, para viabilizar e reduzir os gastos com equipamentos e custos operacionais, além de ajudarem a reduzir o impacto ambiental e contribuírem para o desenvolvimento sustentável.

Com a Computação na Nuvem, por exemplo, já não se faz mais necessário investir centenas, ou até mesmo milhares de reais, em equipamentos. Como os dados são armazenados em um servidor externo e podem ser acessados de qualquer lugar através da Internet, elimina-se para as empresas a construção de um DataCenter e a hospedagem de servidores próprios. Com isso, os custos operacionais de manutenção e de um técnico especializado também são praticamente eliminados, uma vez que o fornecedor da nuvem é responsável pelas funções de manutenção e atualização do servidor.

A refrigeração e fornecimento de energia dos equipamentos também são questões importantes a serem levantadas. A empresa deve se certificar que a temperatura do ambiente esteja em níveis aceitáveis, sem haver oscilações de temperatura, e garantir que não falte energia para não interferir no funcionamento do equipamento e nem tampouco danificá-lo. O prejuízo seria ainda maior, certo? Sem contar o consumo de energia.

Segundo uma pesquisa realizada pela ACCETURE e WSP (2010), a Computação na Nuvem pode contribuir significativamente para a redução do consumo geral da energia em um ambiente corporativo e consequente emissão de gases do efeito estufa. Ao adotarem essa tecnologia, organizações com até 100 usuários podem reduzir em até 90% a emissão de carbono, enquanto nas grandes corporações a economia é, em média, de 30%.

Percebe-se que, entre os benefícios que podem ser obtidos por meio da Computação em Nuvem, destacam-se a redução de custos, a economia de energia e a rápida implantação. Sem a necessidade de investir em equipamentos, manutenção, segurança e upgrades, os recursos passam a ser concentrados em outras áreas para agregar mais negócios para as empresas.

Pronto(a) para migrar para a nuvem?

 

Referência:

www.cps.sp.gov.br/pos-graduacao/workshop-de-pos-graduacao-e-pesquisa/007-workshop-2012/workshop/trabalhos/desenvgestti/ti-verde-sustentabilidade.pdf

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12 maio

Como implantar redundância de energia em TI

Garanta alta disponibilidade energética para seus servidores

Quando falamos em data center ou CPD, invariavelmente estamos falando de cargas críticas, por isso é fundamental que tenhamos um sistema de redundância de energia, apoiado por um No-Break que suporte 100% da carga durante o processo de comutação.

Cargas críticas são aquelas que não admitem, sequer, um segundo de interrupção no ciclo de fornecimento de energia. Para estes casos é imprescindível que tenhamos a chamada redundância na alimentação, consiste basicamente em que tenhamos fontes alternativas de fornecimento de energia para quando houver falha ou instabilidade no fornecimento de energia comercial (energia fornecida pela concessionária), a seguir exemplifico o modelo clássico de sistema redundante de fornecimento de energia elétrica.

Consiste basicamente em que se tenha um GMG (Grupo Motor Gerador) e um No-Break, devidamente dimensionados para sua carga e instalado em paralelismo com seu QGBA (Quadro Geral de Barramento e Alimentação ou quadro de cargas).

Funciona da seguinte forma: O Grupo Motor Gerador fica ligado a um quadro de energia chamado QTA (Quadro de Transferência Automática), este funciona lendo as informações da CLP (Módulo de Controle) que analisa, basicamente, a presença e a qualidade da energia entregue pela concessionária, em caso de interrupção do fornecimento, ou queda de tensão abaixo dos parâmetros mínimos pré estabelecidos, o sistema bloqueia o fornecimento de energia por parte da concessionária, estabelece um Inter-travamento eletromecânico dos sistemas e dá a partida no GMG, no exato segundo do bloqueio do fornecimento de energia da concessionária, o banco de baterias do No-Break (que deve funcionar. On-Line) assume a carga até que o GMG complete o processo de geração e estabilização de tensão e frequência. Neste momento, ocorre a chamada virada de carga, onde o GMG assume todas as cargas do sistema, inclusive o carregamento das baterias do banco do no-break.

Este processo todo deve durar entre 20 e 30 segundos e é garantia de que a interrupção ou instabilidade ocorrida na rede não seja percebida por seus equipamentos.

Diagrama Unifilar de Redundância de Energia
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Gilson Crizel Pires
Gerente de Infraestrutura de TI
Equipe DevOpers

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